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quarta-feira, 16 de junho de 2010

SER PASTOR


Escrito por Wagner A. de Araújo

“Qual o sentido dessa palavra? Ser pastor!

PASTOR, OVELHA, IGREJA, REBANHOUma afirmação tão pequena, mas repleta de tanto significado!
Ser pastor é muito mais que ser um pregador. Está além de ser um administrador de igreja. Muito além de professor ou conferencista. Ser pastor é algo da alma, não apenas do intelecto.


Ser pastor é sentir paixão pelas almas. É desejar a salvação de alguém de forma tão intensa, que nos leve à atitude solidária de repartir as boas-novas com ele. É chorar pelos que se mantém rebeldes. É pensar no marido desta irmã, no filho daquela outra, na esposa do obreiro, nos vizinhos da igreja, nos garotos da rua. Ser pastor é tudo fazer para conseguir ganhar alguns para Cristo.

Ser pastor é festejar a festa da igreja. É alegrar-se com a alegria daquele que conquista um novo emprego, daquele que se gradua na faculdade, daquele que recebe a escritura da casa própria ou do outro que recebeu alta no hospital. Ser pastor é ter o brilho de alegria ao ver a felicidade de um casal apaixonado, ao ver o sucesso na vida cristã de um jovem consagrado, é festejar a conversão de um familiar de alguém da igreja por quem há tempos se vinha orando. Ser pastor é desejar o bem sem cobiçar para si absolutamente nada, a não ser a felicidade de participar dessa hora feliz.

Mas ser pastor também é chorar. Chorar pela ingratidão dos homens. Chorar porque muitas vezes aqueles a quem tanto se ajudou são os primeiros a nos perseguirem, a nos esfaquearem pelas costas, a nos criticarem, a levantarem falso testemunho contra a igreja e contra nós. É chorar com os que choram, unindo-nos ao enlutado que perdeu um ente querido, é dar o ombro para o entristecido pela perda de um amor, é ser a companhia do solitário, é ouvir a mesma história uma porção de vezes por parte do carente. Chorar com a família necessitada, com o pai de um drogado, com a mãe da prostituta, com a família do traficante, com o irmão desprezado.

Ser pastor é não ter outro interesse senão o pregar a Cristo. É não se envolver nos negócios deste mundo, buscando riquezas, fama e posição. É saber dizer não quando o coração disser sim. É não ir à casa dos ricos em detrimento dos pobres. É não dar atenção demasiada para uns, esquecendo-se dos outros. É não ficar do lado dos jovens, em detrimento dos adultos e vice-versa. Ser pastor é não envolver-se em demasia com as pessoas, ao ponto de se perder a linha divisória do amor e do respeito, do carinho e da disciplina. Ser pastor é não aceitar subornos nem tampouco desprezar os não expressivos.

Ser pastor é ser pai. É disciplinar com carinho e amor, conquanto com a firmeza da vara, da correção e, não raras vezes, da exclusão de pessoas queridas. É obedecer a Bíblia, não aos homens. É seguir a Deus, não ao coração. Ser pastor é ser justo. Ser pastor é saber dizer não, quando a emoção manda dizer sim. Ser pastor é ter a consciência de não ser sempre popular, principalmente quando tiver que tomar decisões pesadas e difíceis, e saber também ser humilde quando a bênção de Deus o enaltecer diante do rebanho e diante do mundo. Os erros são nossos, mas a glória é de Deus.

Ser pastor é levantar-se quando todos estão dormindo e dormir quando todos estão acordados, socorrendo ao necessitado no horário da necessidade. Ser pastor é não medir esforços pela paz. É pacificar pais e filhos, maridos e esposas, sogros e genros, irmãos e irmãs. Ser pastor é sofrer o dano, o dolo, a injustiça, confiando nAquele que é o galardoador dos que o buscam. Ser pastor é dar a camisa quando lhe pedem a blusa, andar duas milhas quando o obrigam a uma, dar a outra face quando esbofeteado.

Ser pastor é estar pronto para a solidão. É manter-se no Santo dos Santos de joelhos prostrados, obtendo a solução para os problemas insolúveis. Ser pastor é não fazer da esposa um saco de pancadas, onde descontar sua fragilidade e cansaço. Ser pastor é ser sacerdote, mantendo sigilo no coração, mantendo em segredo o que precisa continuar sendo segredo, e repartindo com as pessoas certas aquilo que é "repartível". Ser pastor é muitas vezes não ser convidado para uma festa, não ser informado de uma notícia ou ser deixado de fora de um evento, e ainda assim manter a postura, a educação, o polimento e a compaixão. Ser pastor é ser profeta, tornar o seu púlpito um "assim diz o Senhor", uma tocha flamejante, um facho de luz, uma espada de dois gumes, afiada e afogueada, proclamando aos quatro ventos a salvação e a santificação do povo de Deus.

Ser pastor é ser marido e ser pai. É fazer de seu ministério motivo de louvor dentro e fora de casa. É não causar à esposa a sensação de que a igreja é uma amante, uma concorrente, que lhe tira todo o tempo de vida conjugal. Ser pastor é amar aos seus filhos da mesma forma que ensina aos pais cristãos amarem aos seus. É olhar para os olhos de seus filhos e ver o brilho de seus próprios olhos. É preocupar-se menos com o que os outros vão pensar e mais no que os filhos vão aprender, sentir e receber. É ver cada filho crescer, dando a cada um a atenção e o amor necessários. É orgulhar-se de ser pai, alegrar-se por ser esposo, servir de modelo para o povo. E, quando solteiro, tornar a sua castidade e dignidade modelo dos fiéis, enaltecendo ao Senhor, razão de sua vida.

Ser pastor é pedir perdão. Se os pastores fossem super-homens, Deus daria a tarefa pastoral aos anjos, mas preferiu fazer de pecadores convertidos os líderes de rebanho, pois, sendo humanos, poderiam mostrar aos demais que é possível ser uma bênção. Mas, quando pecarem, saberem pedir perdão. A humildade é uma chave que abre todas as portas, até as portas emperradas dos corações decepcionados. A humildade pode levar o pastor à exoneração, como prova de nobreza e integridade, como pode fazê-lo retomar seus trabalhos com maior pujança e vigor. Há pecados que põem fim a um ministério e ser pastor é saber quando o tempo acabou. Recomeçar é possível, mas nem sempre. Ser pastor é saber discernir entre ficar ou sair, entre continuar pastor e recolher-se respeitosamente.

Ser pastor é crer quando todos descreem. Saber esperar com confiança, saber transmitir otimismo e força de vontade. É fazer de seu púlpito um farol gigantesco, sob cuja luz o povo caminha sempre em frente, para cima e em direção a Deus. Ser pastor é ver o lado bom da questão, é vislumbrar uma saída quando todos imaginarem que é o fim do túnel. Ser pastor é contagiar, e não contaminar. Ser pastor é inovar, é renovar, é oferecer-se como sacrifício em prol da vontade de Deus. Ser pastor é fazer o povo caminhar mais feliz, mais contente, é fazer a comunidade acreditar que o impossível é possível, é fazer o triste ser feliz, o cansado tornar-se revigorado, o desesperado ficar confiante e o perdido salvar-se. As guerras não são ganhas com armas, mas com palavras, e as do pastor são as palavras de Deus, portanto, invencíveis.

Ser pastor é saber envelhecer com dignidade, sem perder a jovialidade. É ser amigo dos jovens e companheiro dos adultos. Ser pastor é saber contar cada dia do ministério como uma pérola na coroa de sua história. Ser pastor é ser companhia desejada, querida, esperada. É saber calar-se quando o silêncio for a frase mais contundente, e falar quando todos estiverem quietos. Ser pastor é saber viver. Ser pastor é saber morrer.

E quando morrer, deixar em sua lápide dizeres indeléveis, que expressem na mente de suas ovelhas o que Paulo quis dizer, quando estava para partir: "combati o bom combate, terminei a carreira, guardei a fé". Ser pastor é falar mesmo depois de morto, como o justo Abel e o seu sangue, através de sua história, de seu exemplo, de seus escritos, de suas gravações. Ser pastor é deixar uma picada na floresta, para que outros venham habitar nas planícies conquistadas para o Reino do Senhor. Ser pastor é fazer com que os filhos e os filhos dos filhos tenham um legado, talvez não de propriedades, dinheiro ou poder político, mas o legado do grande patriarca da família, daquele que viveu e ensinou o que é ser um pastor.SER

Parabéns, guerreiros do Reino”.

sexta-feira, 5 de fevereiro de 2010

"... MEU FILHO NÃO ESTARIA MORTO"

Um casal de missionários recém chegado para trabalhar na Índia estava à beira do rio Ganges - rio que corta quase todo país indiano. O casal orava e observava atentamente as pessoas que ali faziam suas preces, que se banhavam nas águas sujas do rio, depositavam os cadáveres de seus entes queridos seguindo as leis do Hinduísmo e a multidão de turistas que ali estava para fotografar e receber uma bênção especial do rio mais sagrado, misterioso e adorado da Ásia.
De repente, uma cena estranha e bizarra lhes roubou a atenção. Uma mulher que descia em direção ao rio, com passos firmes e rápidos, segurava em seus braços uma criança imóvel e indefesa. Aquela mulher ao aproximar-se da margem do rio, desenrolou a criança que estava se mexendo lentamente e a lançou com toda força nas correntezas do Ganges. Tudo foi muito rápido, estranho e inesperado.

As águas barrentas do rio engoliram ferozmente a pobre criança indefesa, que não teve nem tempo de dar o último suspiro. Como será a reação de alguém que está se afogando em águas fundas e escuras de um rio? E como se sente uma criança de colo que se afoga sem ter o direito de chorar?
Após essa ação trágica e triste, a jovem mulher prostrou-se diante das águas e começou a fazer alguns rituais e súplicas. Coisas estranhas aos olhos de um cristão, que não está acostumado a ver tais práticas.

O casal de missionários, perplexo, resolveu se aproximar da jovem mulher para abordá-la, fazer-lhe algumas perguntas e, quem sabe, ajudá-la a mudar de vida:
- Quem era aquela criança? - Perguntou o casal.
- Era meu filho - Respondeu firmemente a jovem mulher.
- Você o amava?
- Claro que sim, eu o amava muito. Era meu único filho.
- Então, por que você o jogou no rio para que ele morresse?
- Porque o deus que eu sirvo me pediu como sacrifício vivo. Apenas o obedeci!

Naquele instante, diante de tal resposta, o casal movido de muita compaixão e amor por aquela mulher que estava cega pela religião hindu, começou a falar-lhe sobre o amor de Deus por nós e o sacrifício que já foi feito por Jesus na cruz, para que não precisássemos mais fazer esse tipo oferenda viva. Eles gastaram algumas horas conversando e orando por aquela jovem senhora. Ela entendeu o plano de salvação e com o coração quebrantado e arrependido, entregou a sua vida para Jesus. Decidiu abandonar aquela religião maldita.
Depois que entendeu o erro que havia cometido ao lançar o único filho ao rio, a mulher com os olhos cheios de lágrimas e soluços, fitou o casal de missionários e exclamou em alta voz:
- Se vocês tivessem vindo a algumas horas antes, para me falar sobre Jesus e o amor de Deus, o meu filho não estaria morto. Eu ainda o teria comigo em meus braços!!!
O que você faria se fosse um dos missionários que presenciou aquela cena inusitada? Qual seria a sua resposta à aquela jovem e triste mãe? De quem é a culpa, quando tanta gente morre sem conhecer a Cristo?

Cenas como essa estão se repetindo diariamente no mundo. Pessoas que vivem debaixo do jugo do diabo e clamam pelo evangelho. Pessoas que precisam apenas de alguém que vá até elas para lhes falar do amor de Deus. Pessoas que não sabem para onde ir, que necessitam de ajuda espiritual e ser alcançadas pela graça de Deus através da sua igreja.
Quando pensamos em missões, pesa sobre nós uma grande responsabilidade e privilégio de sermos co-participantes com Cristo na ação redentora da humanidade. Privilégio tal, que nem os anjos poderiam desfrutar, pois foi conferido apenas aos embaixadores de Cristo na terra. Você e eu!

Hoje, fala-se muito sobre missões no Brasil. Usamos até jargões que dizem: "missões está no coração de Deus", ou, "Deus tinha um único Filho e fez dEle um missionário", quem sabe esse outro que diz: "pede-me e te darei as nações por herança", ou ainda, o versículo mais usado nas conferências missionárias, que nos exorta dizendo:
"Mas recebereis poder, ao descer sobre vós o Espírito Santo, e ser-me-eis testemunhas, tanto em Jerusalém, como em toda a Judéia e Samaria, e até os confins da terra". Atos 1: 8
Pr. Elcy França
Igreja Batista- Pau dos Ferros -Rio Grande do Norte

http://soudamissionaria.blogspot.com/

quinta-feira, 14 de janeiro de 2010

A VIDA DE ORAÇÃO DE UM LÍDER


A VIDA DE ORAÇÃO DE UM LÍDER

Rick Warren

Você pode aprender muito sobre uma pessoa pelo tipo de oração que ela faz. Por exemplo, uma oração egoísta indica um espírito egoísta. Você já ouviu uma oração que mais parece uma lista de pedidos… eu quero isso, quero aquilo? Algumas pessoas tentam impressionar com suas orações, mas terminam parecendo arrogantes e orgulhosos.
Para os líderes há um modelo de oração no primeiro capítulo do livro de Neemias. Lembra-se de Neemias? Quando soube da queda de Jerusalém, ele orou por 4 meses.
Esta não era apenas uma oração casual. Dá-nos um padrão de uma vida de oração com sucesso. Se quiser saber como orar, você deveria estudar o livro de Neemias – especialmente esta oração.
4 SEGREDOS DAS ORAÇÕES RESPONDIDAS EXTRAÍDAS DA VIDA DE NEEMIAS:



1. Baseie seus pedidos de oração no caráter de Deus


Ore como se soubesse que Deus responderá sua oração: “Espero que responda esta oração por causa de quem o Senhor é. O Senhor é Deus fiel. É tremendo. É amor. É maravilhoso. O Senhor pode cuidar deste problema, Deus!”


Neemias aproxima-se de Deus e fala: “Deus, quero que o Senhor faça alguma coisa em Jerusalém”. Versículo 5 diz: “Senhor, Deus dos céus, Deus grande e temível, fiel à aliança e misericordioso com os que te amam e obedecem aos teus mandamentos”. Neemias disse três coisas sobre Deus:


1. O Senhor é grande – isto é posição.
2. O Senhor é temível – isto mostra seu poder.
3. O Senhor mantém suas promessas – convênio de Deus.


A primeira coisa que Neemias fez foi reconhecer quem Deus é. Isto é adoração. Reconhecer quem Deus é e sua grandeza. Ele já começa com a perspectiva correta. Para começar a ter orações respondidas, diga: “Deus, quero que responda por causa de quem o Senhor é. O Senhor nos deu todas estas coisas, estas promessas. O Senhor é Deus fiel, Deus de amor e misericórdia”


– todas estas coisas a Bíblia nos diz que Deus é. Baseie seus pedidos no caráter de Deus.


2. Confesse o pecado em sua vida.
Depois que baseou sua oração em quem Deus é, Neemias confessou seus pecados. Ele disse: “Nós pecamos”. Observe quantas vezes ele usa a palavra “eu” e “nós”. Ele fala: “Eu confesso… eu mesmo… a casa de meu pai… agimos com maldade… nós não obedecemos”. Não foi culpa de Neemias eles terem ido parar em cativeiro. Ele nem mesmo havia nascido quando isso aconteceu há 70 anos atrás. Ele, provavelmente, nasceu no cativeiro. E mesmo assim, ele está se incluindo nos pecados nacionais. Ele disse: “Eu sou parte do problema”.

Há a confissão pessoal e a confissão nacional.
Quando foi a última vez que você confessou os pecados da nação? Ou os pecados de sua família? Ou da sua igreja? Ou dos seus amigos? Ou a sociedade nos ensinou apenas a sermos responsáveis por nós mesmos? E isto simplesmente não é verdade! Você é mantenedor do seu irmão. Estamos todos juntos nisso.

Os líderes aceitam a culpa, mas os perdedores passam o bastão.
Se você quer ser líder, terá que aceitar a culpa e compartilhar os créditos.
Perdedores são sempre acusadores e cheios de desculpas. Eles estão sempre arrumando desculpas do por que as coisas não aconteceram ou não puderam acontecer. A culpa é sempre de outra pessoa.
Os líderes aceitam a culpa.


3. Reivindique as promessas de Deus

Neemias está orando ao Senhor e dizendo: “Quero que se lembre o que o Senhor disse a Moisés”. Pode se imaginar falando “se lembre” para Deus? Ele o está relembrando do que Ele havia falado no passado. “Deus, o Senhor nos avisou por meio de Moisés que se fôssemos infiéis, perderíamos a terra de Israel. Porém, também nos prometeu que se nos arrependêssemos, o Senhor nos daria de volta a terra”. Em toda a Bíblia podemos encontrar pessoas lembrando Deus sobre o que disse que iria fazer. Davi fez isto. Abraão e Moisés também. Todos os profetas o fizeram. “Deus, quero lembrá-lo de uma de suas promessas…” Então, eles a compartilharam.
Deus precisa ser relembrado?
Não.
Ele esquece o que havia prometido? Não.
Então, por que fazemos isso? Porque ajuda a nos lembrar o que Deus nos prometeu. Nada agrada mais a Deus do que quando o lembramos a respeito de uma de suas promessas.

As crianças se esquecem de uma promessa?
Nunca.
Então, você tem que ser muito cuidadoso quando as fizer. A Bíblia diz que somos pais imperfeitos e se nós, pais imperfeitos, sabemos que temos que cumprir nossas promessas para com as nossas crianças, tanto mais nosso Pai perfeito, nosso Pai celestial tem a intenção de manter as promessas feitas em sua Palavra.


4. Seja bem específico naquilo que pedir
Se você quer respostas específicas, precisa fazer pedidos específicos. Se fizer orações generalizadas, como saberá que foram respondidas?
Neemias não foi hesitante ao orar por sucesso. Ele foi bastante corajoso em sua oração. Você já orou alguma vez: “Senhor, faça-me um sucesso!” Se não, por que não? Qual a alternativa? Um fracasso? Não há nada de errado com a oração pelo sucesso, se o que está fazendo é para a glória de Deus.


Ore corajosamente. Ore para que Deus o faça um sucesso em sua vida para a glória de Deus. Isto foi o que Neemias fez. Esta é uma oração válida. Dê-me sucesso!


Se você não pode pedir a Deus que faça com que você seja um sucesso naquilo que está fazendo, você deveria estar fazendo outra coisa qualquer. Deus não quer desperdiçar sua vida.