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quinta-feira, 25 de fevereiro de 2010

Pastor Batista da JMM de Alagoas regressou do Haiti



O pastor Roberto Amorim de Menezes, da Igreja Batista do Farol, retornou do Haiti, onde esteve integrando um grupo de cinco pastores enviados pela Junta de Missões Mundiais (JMM), comovido com “a dor que se pode ver” de um povo cujo país foi devastado por um terremoto que causou até agora mais de 200 mil mortes e deixou um lastro de miséria jamais visto no país mais pobre do continente americano.

Pastor Roberto em visita aos escombros.


Pastor Roberto chegou ao Haiti no início deste mês. O grupo de pastores do qual ele fez parte foi levar uma palavra de conforto e a ajuda recebida pela JMM até o final de janeiro para socorrer obreiros e famílias de igrejas evangélicas do País que tiveram seus templos e casas destruídos pelo poder devastador da natureza do vodu, como os haitianos chamam os furacões, tempestades tropicais e ditaduras cruéis.“Percorrer as ruas de Porto Príncipe (capital do país), observar o vaivém das pessoas e dos carros foi como folhear um álbum de fotografias da dor – a dor que se pode ver. As imagens algumas vezes pareciam falar, outras vezes gritar clamando por socorro. Milhares de flagelados abrigavam-se em um acampamento em condições precárias”, descreve o pastor Roberto, clamando à sua igreja e a todos os alagoanos por ajuda e orações por um novo Haiti.

Acampamento em condições precárias, milhares de flagelados.“As ruínas de uma casa em construção anunciavam o fim de um sonho, os escombros de uma antiga residência pareciam perguntar – “e agora?” Escolas, hotéis, lojas, hospitais tudo em ruínas. Famílias sem o direito de sepultar os seus filhos e um cheiro de morte se espalhando silenciosamente por toda a parte”. Estas foram algumas cenas do triste retrato que o pastor da IB do Farol presenciou em favelas e bairros haitianos.
No relato que fez à JMM, o pastor Mayrinkellison Wanderley, que coordenou a viagem, ao Haiti, revela que, talvez, nunca na história de um país se tenha registrado um cataclismo tão intenso e de proporções inimagináveis. E completa: “Não se fala em outra coisa que não seja: E agora?
Será que esse povo tão acostumado a tragédias vai se reerguer dessa desgraça? O que está sendo feito? O que podemos fazer? O que Deus quer que façamos?”Os membros de Igrejas Batistas e qualquer outra pessoa que desejar ajudar aos haitianos podem fazer suas doações através da Central do Adotante: (21) 2122-1901 de Missões Mundiais. Maiores informações no site http://www.jmm.org.br/.
Extraído de Notícias Cristãs

segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010

TRAGÉDIA NO HAITI

TRAGÉDIA NO HAITI

*Pr. Paulo Ferreira

A maior tragédia haitiana, porém, são as trevas espirituais em que se mantém o povo
Obra Missionária no Haiti.

O violento terremoto que sacudiu este pobre país caribenho despertou o mundo para uma ferida social aberta bem ali ao sul dos Estados Unidos, a nação mais rica e poderosa da terra. Poucas pessoas, mesmo as de boa cultura, sabem onde fica o Haiti. Mesmo no Brasil, país que há quatro anos lidera a Minustah (Missão das Nações Unidas para Estabilização do Haiti), pouco se sabe a respeito desse país, pois a imprensa, que não abre espaço para divulgação de notícias militares, ignorou solenemente, até agora, esta importante missão, desempenhada de maneira excepcional pelas nossas Forças Armadas.

O Haiti foi descoberto em 1492, por Colombo, que deu o nome de Hispaníola (Espanha Pequena) à ilha onde hoje se situam o Haiti e a República Dominicana. Trata-se de um país paupérrimo, com 6 milhões de habitantes, onde se diz que o esforço maior do governo é promover a transição entre a miséria e a pobreza.

A maior tragédia haitiana, porém, são as trevas espirituais em que se mantém o povo. A principal religião é o Vodu, mistura de catolicismo com crendices afro-caribenhas. Dizem que 80 por cento dos haitianos são católicos, mas 100 por cento são voduístas. Existem no país algumas missões evangélicas, pouco expressivas, pois durante o governo do ditador François Duvalier, mais conhecido como Papa Doc, se associaram ao ditador, em sua luta e perseguição à Igreja Católica. Papa Doc morreu no poder, deixando o governo como herança ao seu filho Jean-Claude, que foi deposto. Seria extremamente desejável que as Igrejas evangélicas das Américas voltassem sua atenção para o Haiti. Ali há muito espaço para missões. A população é em extremo carente. A tragédia teve o efeito colateral de abrir os olhos do mundo para a miséria explícita lá reinante.

A tarefa mais urgente, além das orações, é restabelecer ali um pólo missionário, verdadeiramente voltado para a assistência espiritual a esse pobre e sofrido povo.
Fonte: http://www.meg.org.br

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

NOTÌCIA - Jocum Brasil envia missionários para o Haiti

Jocum Brasil envia missionários para o Haiti
terça-feira, 26 jan, 2010 – 19:04

Uma equipe de JOCUM Brasil e da ong SOS Global partem quarta-feira, dia 27/01 para Santo Domingo (República Dominicana), seguindo por via terrestre até a cidade de St Marc, Haiti, onde pretendem auxiliar no trabalho …

www.jocum.org.br/noticias/equipe-haiti